Para um homem ficar careca é o mesmo que para uma mulher engordar. Só pode ser assim.
Comigo não aconteceu de uma hora para outra, veio acontecendo ao longo dos anos mas, me surpreendi essa manhã, quando me olhei no espelho.
Sabe aquele choque que você não segue nem disfarçar para você mesmo? Foi exatamente isso que me aconteceu.
A solução?
Não sei, acho que é assumir de vez que estou ficando careca aos 27 anos de idade.
Nunca imaginei que isso me aconteceria mas, aconteceu.
Há uma segunda opção, colocar dreads, como fez o cantor Belo mas, acho que isso está fora de cogitação.
Primeiro porque eu detesto o belo;
Segundo porque tenho nojo de dreads;
Terceiro porque esse penteado não combinaria com a minha beleza...rs
Se bem que hpa quem diga que é dos carecas que elas gostam mais...
...tá bem, vou encerrar esse texto por aqui. ;)
Mostrando postagens com marcador Guilherme Xavier. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Guilherme Xavier. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 29 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Segundas intenções
Quando este blog foi idealizado, meu amigo Jhonatan me sugeriu que a coluna fosse nominada como "segundas intenções". Hoje, decidi batizá-la assim.
A partir da semana que vem essa coluna terá esse nome.
Que venham os textos com e sem segundas intenções.
;)
A partir da semana que vem essa coluna terá esse nome.
Que venham os textos com e sem segundas intenções.
;)
segunda-feira, 1 de julho de 2013
As 7 maravilhas do MEU mundo
1. D'us.
Eu acredito em D'us.
Tá, confesso, há momentos que parece que Ele não existe ou, está aquém dos meus desejos e vontades. Tenho aprendido no meu dia dia que isso não é verdade pois, Ele está sempre presente e mais, sempre me surpreendendo. Não é magnífico isso?
2. Mãe
A D. Helena é uma fofa.
Já faz dois anos que não moro mais com ela mas, parece que foi ontem.
Sempre nos falamos por telefone ~eu estou em São Paulo e ela no interior do Paraná~ Dias desses nos falamos pelo Skype mas, ela só chorou. Cortei esse meio de comunicação, não rolou.
Nos últimos dias estou um pouco preocupado com a saúde dela mas, sei que a primeira maravilha do meu mundo, continuará cuidando da segunda que, foi Ele mesmo que me deu.
3. Livros
Amo. Amo. Amo.
Semana passada fui visitar uma biblioteca aqui em São Paulo. Fiquei encantado. Tudo bem que eu esperava que houvesse muito mais livros mas, já estou programando uma visita a outras bibliotecas que, com certeza, me deixarão sem palavras.
Os livros sempre me acompanharam.
Por todos os lugares que eu passei, sou reconhecido como o cara que lê e lê muito.
Confesso que me orgulho de ser lembrado como esse cara.
Agora por exemplo, estou lendo um livro maravilhoso ~falarei dele na semana que vem~
4. Escrever
Aliado a maravilha de ler, está a de escrever.
Lembro que quando eu ainda não era alfabetizado, eu já escrevia.
Eram garranchos que se assemelhavam a resultados de eletrocardiograma. Bizarro, não?
Pois é...
Quando aprendi à escrever ~antes mesmo de aprendera ler~ me apaixonei, me encantei, fui arrebatado.
Já ganhei vários concursos de redação.
Lindo isso, não?
5. São Paulo
Sou apaixonado por essa cidade.
Sempre fui.
Agora que estou aqui, me deleito em cada lugar que eu vou.
Ainda escreverei um livro falando da minha paixão por São Paulo.
6. Frio
Odeio suar.
Eu até gosto do calor mas, suar não é comigo.
Sem contar que quando está calor eu fico imprestável, não tenho ânimo nem vontade para nada.
No frio, além de podermos ser mais elegantes, ainda podemos dormir melhor, nos alimentar melhor e permanecer cheirosos, após o banho.
Por que, tomar banho e sair do banheiro suando, não rola, né?
7. Internet
Vício total.
Nem vou comentar muito pois, sei que você, leitor também gosta, não fosse assim, esse texto não estaria sendo lido por você, certo?
Eu acredito em D'us.
Tá, confesso, há momentos que parece que Ele não existe ou, está aquém dos meus desejos e vontades. Tenho aprendido no meu dia dia que isso não é verdade pois, Ele está sempre presente e mais, sempre me surpreendendo. Não é magnífico isso?
2. Mãe
A D. Helena é uma fofa.
Já faz dois anos que não moro mais com ela mas, parece que foi ontem.
Sempre nos falamos por telefone ~eu estou em São Paulo e ela no interior do Paraná~ Dias desses nos falamos pelo Skype mas, ela só chorou. Cortei esse meio de comunicação, não rolou.
Nos últimos dias estou um pouco preocupado com a saúde dela mas, sei que a primeira maravilha do meu mundo, continuará cuidando da segunda que, foi Ele mesmo que me deu.
3. Livros
Amo. Amo. Amo.
Semana passada fui visitar uma biblioteca aqui em São Paulo. Fiquei encantado. Tudo bem que eu esperava que houvesse muito mais livros mas, já estou programando uma visita a outras bibliotecas que, com certeza, me deixarão sem palavras.
Os livros sempre me acompanharam.
Por todos os lugares que eu passei, sou reconhecido como o cara que lê e lê muito.
Confesso que me orgulho de ser lembrado como esse cara.
Agora por exemplo, estou lendo um livro maravilhoso ~falarei dele na semana que vem~
4. Escrever
Aliado a maravilha de ler, está a de escrever.
Lembro que quando eu ainda não era alfabetizado, eu já escrevia.
Eram garranchos que se assemelhavam a resultados de eletrocardiograma. Bizarro, não?
Pois é...
Quando aprendi à escrever ~antes mesmo de aprendera ler~ me apaixonei, me encantei, fui arrebatado.
Já ganhei vários concursos de redação.
Lindo isso, não?
5. São Paulo
Sou apaixonado por essa cidade.
Sempre fui.
Agora que estou aqui, me deleito em cada lugar que eu vou.
Ainda escreverei um livro falando da minha paixão por São Paulo.
6. Frio
Odeio suar.
Eu até gosto do calor mas, suar não é comigo.
Sem contar que quando está calor eu fico imprestável, não tenho ânimo nem vontade para nada.
No frio, além de podermos ser mais elegantes, ainda podemos dormir melhor, nos alimentar melhor e permanecer cheirosos, após o banho.
Por que, tomar banho e sair do banheiro suando, não rola, né?
7. Internet
Vício total.
Nem vou comentar muito pois, sei que você, leitor também gosta, não fosse assim, esse texto não estaria sendo lido por você, certo?
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Amo os ímpares mas, quero um par
por Guilherme Xavier
Os números ímpares me encantam.
Nasci no dia 23, ímpar; no mês de outubro ~sete letras~ ímpar; no ano de 1985, também ímpar.
Nasci no dia 23, ímpar; no mês de outubro ~sete letras~ ímpar; no ano de 1985, também ímpar.
Na TV, deixo o volume sempre em números ímpares. E nas minhas contas mentais, sempre busco os números ímpares. Sempre!!!
Não sei se há alguma explicação para isso mas, sempre fui atraído pelos números ímpares.
As vezes fico contando os números 1, 3, 5, 7, 9 e volto 9, 7, 5, 3, 1.
Acho que essa minha fixação só não é tão maluca quanto a minha coleção de fotos de azulejos. Isso mesmo, fotografo azulejos, já tenho várias fotos...
As vezes fico contando os números 1, 3, 5, 7, 9 e volto 9, 7, 5, 3, 1.
Acho que essa minha fixação só não é tão maluca quanto a minha coleção de fotos de azulejos. Isso mesmo, fotografo azulejos, já tenho várias fotos...
Conheço uma pessoa que tem fixação por números pares.
Tudo o que eu faço com os ímpares, ela faz com os pares.
Sempre comentamos sobre isso e rimos muito.
Tudo o que eu faço com os ímpares, ela faz com os pares.
Sempre comentamos sobre isso e rimos muito.
Hoje, enquanto voltava de um compromisso, comecei a pensar sobre isso, não cheguei a nenhuma conclusão mas, cheguei ao título deste texto, o que me fez voltar o pensamento para outras questões...
(texto incompleto)
Guilherme Xavier escreve as segundas
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Dançando com as palavras
Sempre tive muita desenvoltura para dança. Quando era criança minha mãe ~na época evangélica ultra tradicional~ sempre me corrigia por estar envolvido em grupos de dança no colégio. Por vezes participei sem ela saber.
Quando tinha cerca de 8 ou 9 anos, não me recordo ao certo, me encantei com um cartaz que anunciava uma apresentação de balé. Eu fiquei dias e dias com a imagem dos bailarinos em minha mente. Minha mãe percebendo meu encanto e, porque não dizer, já cheia de tanta insistência, resolveu ceder e me levou para ver a apresentação.
Lembro como se fosse hoje quando as cortinas abriram. Eu nem piscava. Verdade, eu fiquei encantado! Naquele momento eu descobri o que eu queria fazer a vida toda: dançar balé. Mas, como ia dizer isso para a minha mãe? O que eu fiz: esperei as festas de fim de ano passar e o ano novo começar ~era o ano de 1995~ para então revelar o meu desejo.
Mas, enga-se você se pensar que eu fiquei parado durante esses dias, que nada, dançava todos os dias. De uma forma errada, é claro mas, esforçava-me para fazer piruetas, tendu e, outros passos que na época eu não sabia o nome. Tudo isso escondido, é claro pois, sabia que a ideia não seria recebida com naturalidade, como realmente não foi.
Lembro-me das tardes que passava sozinho em casa e dançava, dançava, dançava. Imaginava-me como um dos bailarinos que eu vira dias antes. Era uma sensação tão agradável de leveza, liberdade... Na época, nem imaginava o que o futuro me reservava, eu queria mais era dançar, sem parar, ser um dos melhores bailarinos do Brasil ~na época eu não sabia que os melhores bailarinos do mundo estavam fora da nossa nação~.
Do momento que revelei o meu desejo para a minha mãe eu lembro-me pouco. Lembro mais do choro e da dor de ter ouvido um sonoro não. Continuei dançando em casa mas, a leveza e a emoção eram diferentes agora pois, sabia que eu não seria um bailarino como aspirava ser.
Quando se é criança, parece que o mundo vai acabar, diante de uma frustração mas, eu logo substituí o desejo de dançar pelo desejo de escrever. Esse me acompanha até hoje. encontrei nas palavras uma forma de expressar minhas emoções, não como eu desejava, através dos gestos mas, de uma forma mais precisa.
Hoje eu ainda danço.
Danço a música que aprendi a dançar.
Não mais escondido mas, revelado para o mundo.
As palavras são minhas novas parceiras na dança.
Jogo-as para lá, trago-as para cá e em um encaixe perfeito, formo um texto que, assim como a dança, me emociona e, muito.
Guilherme Xavier escreve às segundas
Quando tinha cerca de 8 ou 9 anos, não me recordo ao certo, me encantei com um cartaz que anunciava uma apresentação de balé. Eu fiquei dias e dias com a imagem dos bailarinos em minha mente. Minha mãe percebendo meu encanto e, porque não dizer, já cheia de tanta insistência, resolveu ceder e me levou para ver a apresentação.
Lembro como se fosse hoje quando as cortinas abriram. Eu nem piscava. Verdade, eu fiquei encantado! Naquele momento eu descobri o que eu queria fazer a vida toda: dançar balé. Mas, como ia dizer isso para a minha mãe? O que eu fiz: esperei as festas de fim de ano passar e o ano novo começar ~era o ano de 1995~ para então revelar o meu desejo.
Mas, enga-se você se pensar que eu fiquei parado durante esses dias, que nada, dançava todos os dias. De uma forma errada, é claro mas, esforçava-me para fazer piruetas, tendu e, outros passos que na época eu não sabia o nome. Tudo isso escondido, é claro pois, sabia que a ideia não seria recebida com naturalidade, como realmente não foi.
Lembro-me das tardes que passava sozinho em casa e dançava, dançava, dançava. Imaginava-me como um dos bailarinos que eu vira dias antes. Era uma sensação tão agradável de leveza, liberdade... Na época, nem imaginava o que o futuro me reservava, eu queria mais era dançar, sem parar, ser um dos melhores bailarinos do Brasil ~na época eu não sabia que os melhores bailarinos do mundo estavam fora da nossa nação~.
Do momento que revelei o meu desejo para a minha mãe eu lembro-me pouco. Lembro mais do choro e da dor de ter ouvido um sonoro não. Continuei dançando em casa mas, a leveza e a emoção eram diferentes agora pois, sabia que eu não seria um bailarino como aspirava ser.
Quando se é criança, parece que o mundo vai acabar, diante de uma frustração mas, eu logo substituí o desejo de dançar pelo desejo de escrever. Esse me acompanha até hoje. encontrei nas palavras uma forma de expressar minhas emoções, não como eu desejava, através dos gestos mas, de uma forma mais precisa.
Hoje eu ainda danço.
Danço a música que aprendi a dançar.
Não mais escondido mas, revelado para o mundo.
As palavras são minhas novas parceiras na dança.
Jogo-as para lá, trago-as para cá e em um encaixe perfeito, formo um texto que, assim como a dança, me emociona e, muito.
Guilherme Xavier escreve às segundas
sábado, 1 de junho de 2013
Eu sou assim
por Guilherme Xavier
Pensei muto sobre como me descrever para você leitor e leitora. Mas, não tive nenhuma ideia brilhante.
Hoje, lembrei de um post que eu li há alguns anos no blog de uma amiga, o Mulheres de Athenas. Na época eu cheguei a comentar mas, as respostas mudaram um pouco.
Eu quero: viver de escrever e viver para escrever
Eu tenho: vontade de fazer alguém feliz
Eu acho: que tudo o que acontece de errado é culpa minha
Eu odeio: que me deixem falando sozinho
Eu sinto: saudades
Eu escuto: música para chorar
Eu cheiro: praticamente tudo o que eu pego
Eu imploro: que as pessoas entendam a homossexualidade como ela é: normal e natural
Eu procuro: alguém para amar
Eu arrependo-me: de ter deixado ele ir embora
Eu amo: ler tudo o que eu vejo pela frente
Eu sinto dor: quando eu vejo pessoas sofrendo
Eu sinto a falta de: dinheiro
Eu me importo: com os problemas dos outros
Eu sempre: durmo tarde e acordo relativamente cedo
Eu não fico: com fome, com sono ou com frio
Eu acredito: em D'us e no ser humano criado por Ele
Eu danço: qualquer tipo de música (menos balé, mais sobre isso na segunda-feira)
Eu canto: quando estou sozinho em casa
Eu choro: (quase) sempre que sinto vontade
Eu falho: todos os dias, várias vezes ao dia
Eu luto: por um mundo sem pré-conceitos
Eu escrevo: todos os dias sobre praticamente tudo
Eu ganho: pouco
Eu perco: a paciência com muita facilidade
Eu confundo-me: com os insensíveis
Eu estou: apreensivo
Eu fico feliz quando: estou em um lugar confortável
Eu tenho esperança: de ser um escritor reconhecido e premiado
Eu preciso: de dinheiro
Eu deveria: estudar mais
Eu leio: menos do que gostaria
Eu sou: transparente
Eu faço: carinho em quem amo
Eu vivo porque: acredito num futuro melhor
Eu tenho medo de: não ser bem sucedido
Eu desejo: uma pessoa que faz de conta que não sabe
Guilherme Xavier escreve todas as segundas
Assinar:
Postagens (Atom)

